Ode ao outr'ora que fora em vão, que fica agora partindo todos em dias perdidos no chão que embora gélido me conforta o rio que verto em magoas despidas de presente, quem encontro ser meu chão, passado.
mas que se abre na dor sentida das costa Pesa-me em sentir o desvaire de uma sensaboria de desgostos com a leveza do punhal que deixaste, mentira não físicadesconhecidas, mesmas banhadas pelo dissabor ondulante da partida em ode ao outr'ora!
Terça-feira, 27 de Abril de 2010
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